O festival Alentejo World Heritage Festival recebeu o Prémio Alentejo 2025, atribuído pela Revista Mais Alentejo, na categoria “Mais Iniciativa & Inovação”, reconhecendo o valor da promoção cultural e valorização do património levados a cabo por este projeto. Organizado pela Associação Lar Doce Ler e pela Égide – Associação Portuguesa das Artes, o festival afirmou-se …

O festival Alentejo World Heritage Festival recebeu o Prémio Alentejo 2025, atribuído pela Revista Mais Alentejo, na categoria “Mais Iniciativa & Inovação”, reconhecendo o valor da promoção cultural e valorização do património levados a cabo por este projeto.

Organizado pela Associação Lar Doce Ler e pela Égide – Associação Portuguesa das Artes, o festival afirmou-se como um espaço de encontro entre música, literatura, história e identidade cultural, promovendo a riqueza cultural do Alentejo e reforçando o diálogo entre culturas.
David Lopes, presidente da Associação Lar Doce Ler, destaca a importância de “levar este festival absolutamente mágico a um território com baixa densidade populacional, mas com um impacto imenso nas gentes do Alentejo”. “Este prémio é, por isso, um grande orgulho, sentimos que estamos a fazer o que é certo pela promoção da cultura nesta região”, acrescenta.

“Ficamos muito honrados com o reconhecimento muito justo de um projeto que nasceu do amor pelo Alentejo e pelo seu património, mas também da vontade de o projetar para o mundo. É a prova de que inovar é, muitas vezes, saber valorizar o que temos de mais genuíno: as nossas gentes, a nossa cultura e o nosso legado”, sublinha Ana Proença, presidente e fundadora da Égide.
A 3ª edição do Alentejo World Heritage Festival percorreu Évora e Cabrela, levando ao público concertos, conversas literárias e experiências únicas que celebraram os 500 anos da Rainha Dona Leonor. Entre os destaques estiveram o concerto “Horto Sereníssimo”, de Eurico Carrapatoso, interpretado pelo Grupo Vocal Olisipo, concerto “Diáspora”, do grupo Sete Lágrimas, e a presença de autores como Dulce Maria Cardoso e Juan Gabriel Vásquez, além de momentos dedicados ao público infantil e à literatura internacional.