O Partido CHEGA anunciou hoje a candidatura de David Catita, de 48 anos de idade, à presidência da Câmara Municipal de Beja, nas próximas Eleições Autárquicas.Residente em Beja, o candidato é licenciado em Ciências do Ambiente pela Universidade de Évora e desempenha desde o ano 2000, funções técnicas no Departamento de Ambiente e Ordenamento do …

O Partido CHEGA anunciou hoje a candidatura de David Catita, de 48 anos de idade, à presidência da Câmara Municipal de Beja, nas próximas Eleições Autárquicas.
Residente em Beja, o candidato é licenciado em Ciências do Ambiente pela Universidade de Évora e desempenha desde o ano 2000, funções técnicas no Departamento de Ambiente e Ordenamento do Território da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva.
De acordo com a nota enviada pela Comissão Política da Distrital de Beja do CHEGA, David Catita participou em projectos estruturantes como a gestão de albufeiras, a valorização de subprodutos agrícolas (Projeto URSA) ou a contenção de espécies invasoras. O percurso do candidato “é marcado pelo compromisso com a terra e com as tradições alentejanas”.

Ao longo dos anos, acumulou responsabilidades como presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Bovinos Limousine (2008-2017) e é actualmente presidente da Associação Portuguesa de Criadores de Ovinos Suffolk. É também presidente do Clube de Caçadores de Santo Humberto e gere a exploração agrícola familiar em regime de agricultura biológica, “aliando conhecimento técnico à paixão pelo Alentejo profundo”.
Foi ainda forcado no Real Grupo de Forcados Amadores de Moura entre 2006 e 2013, evidenciando “o compromisso com a identidade cultural e o mundo rural”.

A sua candidatura pelo CHEGA resulta, segundo o candidato, “da vontade de contribuir positivamente para o desenvolvimento do enorme potencial do concelho de Beja, garantindo condições para quem quer trabalhar, investir e viver com dignidade”. Defende um concelho “com justiça social, onde os direitos são garantidos, mas também os deveres são exigidos, e onde a voz do interior não é esquecida nem ignorada”.