O STAL – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, a Empresas Públicas, Concessionárias e Afins e a Frente Comum – Federação dos Sindicatos da Função Pública perspetivam para esta sexta-feira, 24 de outubro, uma “grande greve” que irá afetar a saúde e a educação com o encerramento de escolas, a justiça, os …

O STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, a Empresas Públicas, Concessionárias e Afins e a Frente Comum – Federação dos Sindicatos da Função Pública perspetivam para esta sexta-feira, 24 de outubro, uma “grande greve” que irá afetar a saúde e a educação com o encerramento de escolas, a justiça, os serviços municipais e centrais da administração pública e a cultura.

Os sindicatos apresentaram 73 propostas ao Governo para melhorar a vida dos trabalhadores da Administração Pública, mas o Executivo não mostra vontade em ceder. As medidas propõem um aumento de salarial de 15% com um mínimo de 150 euros para todos os trabalhadores e uma base remuneratória de 1050 euros; a valorização de todas as carreiras e profissões; a defesa das Funções Sociais do Estado; a reposição do vínculo de nomeação a todos os trabalhadores, acabando com a precariedade e defendendo os Serviços Públicos; a revogação do SIADAP - Sistema Integrado de Gestão e Avaliação do Desempenho na Administração Pública e a progressão com 4 pontos, assim como a eliminação de quotas. São algumas das propostas apresentadas pelos sindicatos contra o pacote laboral do Governo e que estão na origem da greve geral de hoje de norte a sul do país.