A ANAM – Associação Nacional de Assembleias Municipais defende a consagração legal das Assembleias Municipais Jovens, sublinhando a sua “importância estratégica para o reforço da cidadania e da participação democrática das novas gerações”.A posição foi assumida pelo presidente da associação, Fernando Santos Pereira, na sessão online “ANAM em Rede”, que reuniu cerca de uma centena …

A ANAM - Associação Nacional de Assembleias Municipais defende a consagração legal das Assembleias Municipais Jovens, sublinhando a sua “importância estratégica para o reforço da cidadania e da participação democrática das novas gerações”.
A posição foi assumida pelo presidente da associação, Fernando Santos Pereira, na sessão online “ANAM em Rede”, que reuniu cerca de uma centena de presidentes de Assembleias Municipais de todo o país para debater o tema das Assembleias Municipais Jovens.

Na sua intervenção, Fernando Santos Pereira destacou que as Assembleias Municipais são “o centro do debate político, o centro da cidadania e o centro da democracia” e que, por isso, é fundamental envolver desde cedo esta faixa etária da sociedade nos processos democráticos.
“Defendemos que, ao nível legal, haja uma consagração das Assembleias Municipais Jovens, que possam estar previstas na lei e ser criadas em todos os concelhos. Precisamos de criar mecanismos para que os jovens participem e se interessem pela causa pública”, afirmou.

O presidente da ANAM sublinhou que estas Assembleias permitem aos jovens o primeiro contacto com as regras democráticas, os métodos de eleição e os modelos de representação, incentivando a apresentação de propostas concretas para os seus concelhos. “Queremos dar aos jovens motivação pela cidadania, pelo funcionamento das instituições e pela participação ativa na vida do seu município”, reforçou.

A sessão contou com a participação da Secretária de Estado Adjunta da Juventude e da Igualdade, Carla Rodrigues, que manifestou total alinhamento com a posição da ANAM. A governante sublinhou que “não devemos desenvolver políticas para os jovens, mas políticas com os jovens, ouvindo-os e aplicando os seus contributos”, defendendo o reforço dos mecanismos de participação democrática juvenil a nível local e nacional.