Terras de Alqueva nas mãos de espanhóis, americanos, britânicos e chilenos
O interesse estrangeiro pelas terras agrícolas de Alqueva tem vindo a crescer nos últimos anos, com um terço dos terrenos nas mãos de investidores espanhóis, americanos, canadianos, britânicos e chilenos, segundo apurou o JN.O valor das operações de compra e venda fechadas desde 2021 até ao ano passado, já chegou aos 1,6 mil milhões de …
O interesse estrangeiro pelas terras agrícolas de Alqueva tem vindo a crescer nos últimos anos, com um terço dos terrenos nas mãos de investidores espanhóis, americanos, canadianos, britânicos e chilenos, segundo apurou o JN.
O valor das operações de compra e venda fechadas desde 2021 até ao ano passado, já chegou aos 1,6 mil milhões de euros e as herdades com mais de 100 hectares e as que têm acesso “seguro e legalizado à água” são as mais procuradas.

Na mira estão as propriedades com culturas permanentes como o olival, o amendoal, a produção de nozes ou pistachos, com interesse também no cultivo de melão e melancia.
Segundo o JN, a EDIA – Empresa de Infraestruturas do Alqueva revelou que “38,5% do total de hectares do perímetro de rega pertencem a estrangeiros”, com o crescente interesse estrangeiro principalmente no olival e amendoal. Explica-se pelo “crescimento da procura mundial por alimentos e a necessidade de diversificação de investimentos agrícolas”. A produção agrícola destina-se sobretudo ao mercado externo.
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